ROSWELL (EUA), 1947
Um
dos incidentes mais investigados da história permanece sem explicação, abrindo
margem para teorias conspiratórias
O
fazendeiro William Mac Brazel era acostumado a encontrar peças de balões
meteorológicos em sua propriedade, a cerca de 50 km de Roswell, sudoeste dos
EUA. Em 1947, descobriu que a imprensa tinha interesse por evidências de
alienígenas na região e só então deu atenção a destroços incomuns que
apareceram no rancho.
O
major Jesse Marcel foi até o local resgatar o que havia caído do céu. A notícia
se espalhou e o jornal Roswell Daily Record publicou, em 8 de julho, que a
Força Aérea havia capturado um disco voador. No dia seguinte, porém, o jornal
se retratou, explicando que os destroços eram de um balão meteorológico.
O
incidente ficou esquecido por 30 anos, até uma entrevista de Jesse ao ufólogo Stanton
Terry Friedman, em 1978. O major acreditava que os destroços fossem de uma nave
alien. Desde então, o caso tem sido investigado por ufólogos, que acreditam que
o Exército dos EUA tenha encoberto a descoberta de naves tripuladas.
Em
1994, o governo se pronunciou: os destroços de Roswell eram parte do projeto
secreto Mogul, que usava balões equipados para detectar testes nucleares
soviéticos. Três anos depois, outro relatório oficial afirmou que os supostos
corpos de alienígenas eram bonecos, também usados em projetos secretos.
Em
1997, o coronel Philip Corso revelou, no livro The Day After Roswell, sua
participação em um projeto secreto que investigava destroços de óvnis. Segundo
o autor, as peças encontradas em Roswell foram base para o desenvolvimento de
tecnologias como raio laser, fibra óptica, visão noturna, Kevlar e circuito
integrado.
Em
2011, o FBI divulgou um relatório, datado de 1950. São citadas três naves, de 1
m de diâmetro, cada uma ocupada por três pequenos corpos

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